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ALPES E LAGOS: OS TESOUROS NATURAIS MAIS BEM ESCONDIDOS DA EUROPA

por Mäyjo, em 31.01.17

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Algumas belezas escondidas da Europa 

 

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publicado às 10:00

A montanha vertical de Hua Shan

por Mäyjo, em 26.01.17

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HUA SHAN, UMA DAS CAMINHADAS MAIS PERIGOSAS DO MUNDO

 

Foto: tefl Search / momo /  mararie / Ken Marshall / Creative Commons

 

 

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publicado às 09:57

MONTE RORAIMA: UM DOS LOCAIS MAIS ISOLADOS E BELOS DO MUNDO

por Mäyjo, em 15.10.15

Descoberto no século XIX, o monte Roraima, na fronteira entre o Brasil e a Venezuela, deixou os exploradores de então perplexos com a sua beleza. E a razão não é para menos. O local tem uma mística impressionante ao ponto de ter inspirar sir Arthur Conan Doyle a escrever “O Mundo Perdido”, obra lançada em 1912.

Em tempos, o monte era completamente inacessível. Hoje, porém, alguns milhares de montanhistas são autorizados a fazer o caminho de três dias pela savana, rios e cascatas, até aos penhascos escaláveis do Roraima.

A geografia e geologia do Roraima acabou por ser um forte aliado na manutenção milenar do local – ele pouco mudou desde a pré-história, apesar da descoberta humana. Com 2.800 metros de altitude, o Roraima é um dos símbolos da Venezuela e um local sagrado para a tribo Pemon.

“Era um sítio solitário e inabitável. Ainda gosto deles, mas agora está demasiado comercial”, explicou Felix Medina, um guia de 59 anos que há mais de uma década leva turistas até ao penhasco. “Por vezes é caótico”.

Hoje, cerca de 3.000 a 4.000 pessoas escalam o monte por ano – ainda há poucos anos eram apenas algumas centenas a fazê-lo. Por outro lado, existem hoje helicópteros que trazem visitantes mais ricos, sobretudo de países como o Japão.

 

 

Veja algumas fotos do Roraima – enquanto ele não fica alterado, infelizmente, pelo excesso de visitantes.

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publicado às 12:42

11 MONTANHAS INESQUECÍVEIS

por Mäyjo, em 23.08.15

Poucos o sabem, mas 24% da superfície da terra é montanhosa, uma forma de relevo onde habita 10% da população mundial e onde nasce a maior parte dos grandes rios. Por serem locais de difícil acesso, muitas montanhas mantêm-se inalteradas ou são apenas visitadas sazonalmente, o que equivale a dizer que são locais belos e onde a natureza, muitas vezes, assume o seu mais pujante esplendor.

O agregador Cha Cha publicou uma lista de 11 montanhas deslumbrantes e inesquecíveis, a começar no Canadá, passando pelo Nepal e acabando no Evereste, que percorre China e Nepal.

Fique com a lista destas maravilhas e, mais importante, a prova da sua beleza.

 

Montanha: uma obra de arte da natureza

11.Evereste, China e Nepal

 

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publicado às 12:29

POR QUE RAZÃO O EVERESTE É TÃO ALTO?

por Mäyjo, em 25.04.15

everesteaaA maior montanha do mundo. Até quando?

 

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publicado às 16:11

O LIXO DEIXADO NO EVERESTE PELOS ALPINISTAS

por Mäyjo, em 08.03.15

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O lixo humano deixado pelos alpinistas no pico mais elevado do planeta tornou-se num problema e está a provocar a poluição da zona, bem como a ameaça de propagação de doenças.

São cerca de 700 as pessoas que passam dois meses nas encostas do Monte Evereste em cada sessão de escalada. Para trás fica um rasto de lixo mas também fezes e urina que além de poluírem o local podem provocar graves problemas de saúde.

De acordo com a CBS, os problemas de saúde que o lixo e excrementos humanos podem criar está a preocupar a Associação de Montanhismo do Nepal. Ang Tshering, director da instituição, defende que o Governo nepalês deve alertar os montanhistas para depositarem o lixo e excrementos de forma apropriada, de modo a conservar a montanha.

Estima-se que cada alpinista deixe oito quilos de lixo enquanto desce a montanha para aliviar o peso que transporta.

Desde 1953, quando o Evereste foi escalado pela primeira vez pelo alpinista neozelandês Edmund Hillary, com o apoio do seu guia Sherpa Tenzing Norgay, mais de 4.000 alpinistas subiram os 8.850 metros de altitude do monte.

A fase de montanhismo do Evereste começou já e estende-se até Maio, o que significa que mais lixo e excrementos vão ser deixados para trás.

Evereste: 60 anos a acumular lixo humano

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publicado às 07:50

SEM AS MONTANHAS, CLIMA DA TERRA SERIA IDÊNTICO AO DE MARTE

por Mäyjo, em 26.02.15

Sem as montanhas, clima da Terra seria idêntico ao de Marte (com FOTOS)

Se não fossem as montanhas, o planeta Terra seria uma casca em órbita, fria como Marte. Essa é a conclusão de um novo artigo da revista Nature, que sugere que as montanhas funcionam como elevadores para os minerais profundos da terra, e que podem desempenhar um papel crucial na estabilização da atmosfera.

Montanhas como os Himalaias, Montanhas Rochosas e os Andes são cruciais para o manto da terra e permitem a ascensão desses minerais à superficie.

O cálcio é abundante entre estes minerais e, frequentemente, liga-se ao dióxido de carbono no ar, transformando-se em pedra calcária. A chuva, a neve e o vento dissolvem esse calcário e enviam-no de volta para o Oceano, onde se instala.

Louis Derry, geoquímico da Universidade de Cornell, em Nova Iorque, diz que este processo já deveria ter sugado o dióxido de carbono da atmosfera. Demasiado CO2 contribui para o aquecimento global mas, se existir em pouca quantidade, torna a terra num lugar demasiado frio e que impede o desenvolvimento da vida.

“Se não fossem os mecanismos de resposta, o planeta estaria arruinado entre 5 a 10 milhões de anos”, refere Derry.

Os cientistas conhecem alguns mecanismos de resposta que poderiam ter retardado o arrefecimento, no entanto, estes, sozinhos, não explicam a estabilidade de longa data do nosso clima.

Mesmo os vulcões, que libertam carbono para o ar, não seriam suficientes para compensar o seu “sequestro implacável” dos oceanos profundos”, de acordo com o estudo.

A resposta, de acordo com Mark Torres, principal autor do artigo, é a pedra Pirita – ou sulfeto de ferro, também conhecido como ouro dos tolos – um mineral metálico das profundezas da terra que é empurrado para a superfície quando as montanhas sobem.

Estudo pode influenciar outros estudos climtéricos

Quando sobe pela montanha e é exposto ao oxigénio, ele liberta dióxido de enxofre, que é conhecido por romper as ligações de carbono com outros minerais não orgânicos – como o cálcio -, levando o carbono a escapar para a atmosfera como o CO2.

No entanto, até agora ninguém tinha pensado que as montanhas eram cruciais para o derramamento de pirite suficiente de forma a evitar o enorme défice de carbono.

Torres e os co-autores da pesquisa suspeitaram dos dados de uma pesquisa na América do Sul, quando verificaram um grande contraste entre os resultados dos minerais dos Andes com os das terras baixas da Amazónia. Por esse motivo regressaram à Califórnia e encontraram dados no rio de escoamento de quatro zonas montanhosas em que a pirite é abundante. Depois, eles analisaram os números, relacionando-os com uma estimativa global de enxofre encontrado em rochas marinhas.

Embora a área em questão fosse de apenas 2% do globo terrestre, as suas estimativas mostraram que a fonte era remetida para 40% do enxofre mineral derivado do mundo.

Esses factos foram suficientes para convencer os investigadores de que as forças da crosta terrestre em picos irregulares também ajudam o planeta a ter um clima relativamente estável, no que respeita a catástrofes – tais como impactos de meteoros, tempestades solares e revoluções industriais.

Torres, porém, admite que a metodologia utilizada não é perfeita. “A extrapolação de dados a partir de um único local para todo o planeta, num período de tempo curto, foi uma necessidade, porque a ciência química não é algo que possa ser medido em pedaços dentro de um laboratório”.

“Estamos a tentar entender o que está a acontecer em todo o mundo com base num valor”, referiu Torres, acrescentando que “a questão é como esse valor é representado por todo o mundo e se é preciso durante mais de 65 milhões de anos”.

Os investigadores acreditam que as provas do estudo são suficientemente convincentes para, pelos menos, influenciar as pessoas que estudam o clima a longo prazo a considerarem a utilização deste estudo nos seus ensaios: “Queremos que as pessoas comecem a pensar sobre isto e a inclui-lo nos seus modelos”, concluiu.

 

As montanhas essenciais ao Planeta

 

Fotos (Andes de 1 a 6; Himalaias de 7 a 10 e Rocky Mountains de 11 a 15): Lluis Cabarrocas / Derek Keat / Emmanuel Dyan / Leandro’s World Tour /  lakefire15  / Avraham Elias /  Semilla Luz / Creative Commons

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publicado às 08:43

Árvores das montanhas podem combater alterações climáticas

por Mäyjo, em 01.11.14

Se as temperaturas globais se elevarem drasticamente, como previsto, uma da soluções para combater este flagelo será a plantação de árvores em lugares mais altos, de acordo com um novo estudo publicado na Geophysical Research Letters. Segundo a pesquisa, realizada por equipas das universidades de Sheffield e Oxord, Inglaterra, estas árvores poderão ter um papel muito importante na remoção de CO2 da atmosfera.

A pesquisa foi desenvolvida nas montanhas do Peru e revelou que, nos locais mais altos e frios, o crescimento das raízes das árvores desacelera. Isto significa que as raízes não alcançam a profundidade suficiente, no solo, para romper as rochas abaixo e se unirem ao CO2, removendo-o da atmofera.

Se as temperaturas globais ficarem mais quentes, porém, a camada de material orgânico entre a raiz e a rocha apodrece mais rapidamente, torando-se menos espessa e permitindo que as raízes cheguem à rocha e iniciem o processo de remoção.

As áreas montanhosas são também importantes pelo seu material vulcânico, como granito e basalto. Estes elementos contêm mais cálcio e magnésio que os sedimentos das terras baixas, tendo um maior efeito sobre os níveis de CO2.

Segundo o Planeta Sustentável, os investigadores afirmam que esta teoria sugere que ecossistemas montanhosos agiram como um termostato do planeta, enfrentando o risco de aquecimento ou resfriamento excessivos por milhões de anos.

“Uma série de eventos climáticos nos últimos 65 anos resultou na elevação e queda de temperaturas. No entanto, o processo de remoção que regula o CO2 na atmosfera pode ser contido pelas florestas que crescem nas partes montanhosas do mundo. No passado, este processo pode ter impedido que as temperaturas chegassem a níveis muito perigosos para a vida”, disse, ao Red Orbit, Chris Doughty, chefe do estudo.

Foto: winterriot / Creative Commons

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publicado às 21:43


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